Samba enredo Imperatriz Leopoldinense

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Imperatriz Leopoldinense

Imperatriz Leopoldinense

Raiou Cuara!
Oby aos olhos de quem vê!
Eu bato o pé no chão, é minha saudação,
Livre na pureza de viver!
Sopra no caminho das águas
O vento da ambição!
O índio, então…
Não se curvou diante a força da invasão,
Da cobiça fez-se a guerra,
Sangrando as riquezas dessa terra!
Cicatrizou, deixou herança,
E o que ficou está em cartaz…
Na passarela, “estado” de amor e paz!

Siriá… Carimbó… Marujada eu dancei!
No balanço da morena… Me apaixonei!
O bom tempero pro meu paladar…
De verde e branco “treme” o povo do Pará!

A arte que brota das mãos,
Dom da criação, vem da natureza…
Da juta trançada em meus versos
Se faz poesia de rara beleza!
Oh! Mãe… Senhora, sou teu romeiro,
A ti declamo em oração:
Oh! Mãe… Mesmo se um dia a força me faltar,
A luz que emana desse teu olhar
Vai me abençoar!

No Norte a estrela que vai me guiar,
Exemplo pro mundo: Pará!
O talismã do meu país,
A sorte da Imperatriz!

5ª Escola de samba da noite (11) a desfilar na Sapucaí!

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Publicado em fevereiro 12, 2013, em Carnaval 2013 e marcado como , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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